quinta-feira, 27 de abril de 2017

19 COISAS QUE APRENDI COM 19 ANOS


Hoje, completo 20 anos. Ao longo destes 19 anos posso dizer que já vivi, experienciei e aprendi imensas coisas - não todas as que imaginava e muito menos todas as que queria. No entanto, reti ensinamentos de uma vida, 19 mais precisamente, provenientes dos lugares onde passei, das pessoas com que lidei, dos momentos que experienciei e dos sentimentos que vivenciei. Com 19 anos de vida já fui muito triste, mas também já fui muito feliz. E com esta entrada nos inte, a idade suficiente para cometer as maiores loucuras ponderadas e os maiores erros perdoáveis da minha vida, espero concretizar todos os meus sonhos e enfrentar todos os meus medos. Esta é a idade das transformações e das definições, e eu espero ser incrivelmente feliz, amada, respeitada e bem-sucedida. 

1. Home is where mum is.
2. Ser grata.
3. A magia acontece fora da tua zona de conforto.
4. As amizades verdadeiras inspiram e refrescam.
5. Comparação é distracção.
6. Se custar a tua paz interior, é demasiado caro.
7. A família é sinónimo directo de porto-de-abrigo.
8. Não tens de te acostumar com o que te faz mal.
9. Metade de mim é amor e a outra, também.
10. A riqueza não se mede em dinheiro, mede-se em relações.
11. Tenho o direito de não me justificar, sem ser julgada por isso.
12. Existe um mundo para ser descoberto e eu, posso descobri-lo.
13. Nada muda, enquanto tudo está a mudar.
14. A vida dos teus sonhos não acontece sem a tua presença.
15. A tristeza é um poço sem fim.
16. Coleccionar momentos ao invés de fotos.
17. Tenho tudo para dar certo.
18. Colhes o que plantas.
19. O teu valor não é determinado pelos outros.

Quais das 19 já aprenderam também?

sábado, 1 de abril de 2017

A FADA MADRINHA QUE DESEJO SER:


Sou madrinha há 11 meses e a sensação de estar eternamente ligada a um ser humano por um título e por sangue também, é indescritível. A minha afilhada neste momento, diz mamã, reconhece quem gosta e sorri quando os vê, faz birras quando a chateamos com beijinhos e quando quer ser pegada ao colo, bate palminhas, dá mais cinco, deita a cabeça em nós quando lhe dizemos para fazer miminho, adormece com chupeta, abana a cabeça quando dizemos não e está a começar a dar os seus primeiros passos sozinha. Fui escolhida para desenrolar um papel excepcional na vida desta pequena linda menina e juntamente com a escolha, vem a responsabilidade, o compromisso, o privilégio e a felicidade de uma vida. Ser madrinha tem imensos significados intrínsecos e alguns bastante variáveis, mas para mim, significa ser um eterno anjo da guarda daquele ser humano. Quero, por isso, ser a fada madrinha perfeita - cheia de princípios, amor, educação, proteção, luz e desejos para a criança que estará sempre ligada a mim. A um mês do seu primeiro aniversário e do seu batizado, que já estão mais do que pensados e preparados, estas são as 20 coisas que acho essenciais e obrigatórias de experenciar com a minha afilhada, antes de crescer e antes de se tornar a mulher que deseja ser e que inspira os outros pela sua forma de ser, estar e viver. 

1. Andar num carrossel em pleno pôr-do-sol juntas.
2. Comprar algodão doce numa feira popular.
3. Pintar uma flor na sua cara e que ela, pinte algo na minha também.
4. Construir castelos de areia com fatos-de-banho aos folhos.
5. Que ela desenhe para mim e enquadrar esse mesmo desenho.
6. Fazer-lhe uma cauda de sereia na praia.
7. Fazer um photo journal nosso.
8. Levá-la à Disneyland Paris.
9. Plantar um jardim de flores com ela.
10. Partilharmos a mesma pulseira.
11. Que escreva e ilustre o dia mais feliz que teve e transformar, num pequeno livro publicado.
12. Construir uma árvore genealógica juntas.
13. Escrever cartas e pequenas notas para as pessoas que ela mais gosta.
14. Fazer-lhe penteados lindos.
15. Oferecer-lhe o seu primeiro fato de bailarina.
16. Fazer-lhe anualmente festas de aniversário cheias de balões, cheias de rosa e cheias de brilhantes.
17. Oferecer-lhe um diário para que possa, escrever o que mais gosta nele.
18. Saltar para um piscina de bolas coloridas com ela.
19. Fazer uma coroa de flores juntas.
20. Certificar-me que será feliz.


São madrinhas/padrinhos de alguém? O que acham essencial de experienciar com o vosso afilhado?

sábado, 4 de março de 2017

EM FEVEREIRO:


Fevereiro já acabou e foi repleto de inícios académicos e ansiedades diárias como vão poder comprovar nos tópicos seguintes. Foi um mês exigente.

Em Fevereiro celebrei o dia dos Namorados. E como o dia dos Namorados requer, houve mãos-dadas, conversas espontâneas, sorrisos partilhados, vontades satisfeitas, presentes oferecidos, jantares a quatro, agradecimentos internos e, houve até, um passo de dança inesperado no meio da rua principal da cidade. O Dia dos Namorados não é uma desculpa e sinceramente, comercial também não, é uma partilha e uma celebração de amor que não implica, de maneira nenhuma, gastar dinheiro ou amar mais intensamente do que nos outros dias.

Em Fevereiro iniciei o meu primeiro estágio profissional no Hospital. O estágio é um dos momentos mais importantes do percurso académico de qualquer estudante e para mim, como primeiro que é, dos momentos mais ansiosos e desconhecidos. Este, foi até agora o maior mixed-feeling deste ano, pois é uma mistura constante de felicidade a frustração, de postura profissional a social, de dar a ter e vice-versa. Diariamente me traz ensinamentos, sentimentos e competências diferentes e diariamente também, comprovo que é a maior fonte de conhecimento, realidade e humanitude que um estudante de enfermagem pode presenciar e ao mesmo tempo, experienciar.

Em Fevereiro avaliei sinais vitais e glicémias capilares pela primeira vez. No mesmo contexto da categoria acima, quero deixar registado neste mês as minhas primeiras vezes no estágio. Estes dois procedimentos foram os primeiros procedimentos que fiz no estágio e que, apesar da sua facilidade, custaram tanto. A partir deles, tive o primeiro contacto com os utentes e surpreendentemente, por muito simples que pareça ou fácil que seja, a primeira vez que falei com um utente num contexto profissional e como uma profissional de saúde, foi sem dúvida, marcante e ficará na minha memória para sempre a pessoa e as palavras ditas.

Em Fevereiro aprendi a fazer do meu fim-de-semana, uma semana inteira. O tempo é precioso e o meu fim-de-semana tem e deve tornar-se sempre (ou quase sempre) em infinitas horas. Estar ocupada durante todo o fim-de-semana é obrigatório, mas estar ocupada fazendo as coisas que quero e que gosto, é escolha. A organização e a gerência das prioridades e cronologia das tarefas é sempre feita, mentalmente ou manualmente, seja ir ver um filme ao cinema, ficar a escrever para o blogue, ter um jantar especial ou ficar a elaborar trabalhos e relatórios para o EC.

Em Fevereiro vi Hacksaw Ridge: 7/10, As Cinquenta Sombras Mais Negras: 6/10 e Passengers: 5/10. Hacksaw Ridge foi surpreendente, com um argumento verídico, onde a fé, o patriotismo e os ideais acompanham todo o filme. As Cinquentas Sombras Mais Negras foi suficientemente bom, numa sala de cinema com pipocas e ice-tea e Passengers foi tolerante e um pouco decepcionante.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

FEBRUARY WISH: PUMA BASKET HEART


Mês: Fevereiro.
Descrição: Brancas, desportivas, clássicas, doces e femininas.
Motivo: Apaixonei-me pelos seus pormenores e encaixam perfeitamente
no meu estilo, pés e coração.
Lançamento: 2017
Preço: 90,00€
Tamanho: 39

domingo, 29 de janeiro de 2017

3º SEMESTRE DO 2º ANO DE ENFERMAGEM


Terminou o 1º semestre do 2º ano do curso de Licenciatura em Enfermagem. Este foi um semestre definido por oscilações. Oscilações entre a felicidade extrema por ser madrinha académica de dois caloiros lindos, por notas surpreendemente boas, por um grupo de amigos que me fez feliz, por rosas e flores recebidas, por frequências fáceis, por tardes e noites valiosas, por muitas panquecas de Nutella e entre a revolta e tristeza por apresentações mal preparadas, por notas inferiores às esperanças, por lágrimas continuas, por desilusões extremas e por mudanças brutais. Este semestre é constituído, como é habitual nos 4 anos deste curso, por seis unidades curriculares: Patologia, Enfermagem Médico-Cirúrgica e Reabilitação, Enfermagem Comunitária e Familiar, Epidemiologia, Psicologia da Saúde e dos Sistemas Grupais e Opção: Desenvolvimento de Competências Pessoais e Relacionais em Enfermagem.

Enfermagem Médico-Cirúrgica e de Reabilitação. É a cadeira mais importante e mais abrangente, mas sinto que também a mais confusa em termos de organização interna. Semelhante a Patologia, a quantidade de matéria e trabalho é gigante, onde há necessidade de ser organizado, certinho e empenhado. Admito que foi uma cadeira que me trouxe sentimentos distintos e me trouxe uma paixão pela componente prática. Esta componente prática foi leccionada por um leque diversificado de enfermeiros nos mais diversos serviços, que permitiram uma certa aproximação à realidade através dos seus relatos, experiências diárias e formas tão diferentes de ser enfermeiro. E isto é uma certeza que me apaixona profundamente: o tipo de enfermeira que serei, será o conjunto de profissionais e professores com os quais me cruzei. A cadeira tem então duas componentes, a componente teórica aborda a pessoa e a transição saúde/doença, a enfermagem de reabilitação, a pessoa e a cirurgia e a pessoa e os processos saúde/doença ao nível dos vários processos corporais onde se insere a pessoa e a doença cardiovascular, doença respiratória, doença infetocontagiosa, doença gastrointestinal, doença oncológica, doença neurológica, doença ortopédica, doença metabólica e doença urinária e reprodutora. A componente prática é complementada pela teórica, onde estão inseridos dez procedimentos interligados diretamente à Enfermagem Médico-Cirúrgica e Reabilitação: lavagem cirúrgica das mãos e paramentação, suporte básico de vida, tratamento à ferida cirúrgica com e sem dreno, ligaduras, oxigenoterapia, aspiração de secreções, cuidados à pessoa com ostomia, avaliaçao da glicémica capilar, insulinoterapia e avaliação do pé diabético, cuidados à pessoa com traqueostomia e posicionamentos, levante, tranferências e deambulação de doentes paraplégicos, hemiplégicos, amputação do membro inferior e artroplastia coxofemural. A avaliação é dividida em duas frequências escritas e uma avaliação prática laboratorial. 

Patologia. É o cadeirão do semestre, que pessoalmente, achei relativamente acessível de ser feita e estudada, mas não deixando de forma alguma de desvalorizar e entender perfeitamente o porquê de ser o cadeirão. É enorme a quantidade de matéria, trabalho e tempo que se tem de dedicar a esta cadeira, que se divide em Patologia Geral e Patologias Especificas de cada orgão ou conjunto de orgãos (e.g: patologias do estômago, intestino, esófago, sistema reprodutor, epilepsia, traumatismo crânio encefálico, AVC, alterações da consciência, doenças degenerativas, doenças desmielinizantes e etc.), mas no final vale a pena porque é importantíssima e fulcral para metade do ensino clínico no 2º semestre. É como uma segunda Anatomofisiologia (cadeirão do 1º ano) só que mil vezes mais suave e cem vezes mais possível de tirar boas notas. A avaliação é dividida em duas frequências escritas.

Epidemiologia. É a cadeira que "se faz porque sim", isto é, não é essencial e não é complicada, simplesmente faz-se. No entanto e infelizmente, não é tão "já a tenho na mão" e de caras como pensava que seria, tendo a nota final sido satisfatória. A cadeira aborda os diferentes tipos de estudo das epidemias, pandemias e surtos ao longo do tempo, a sua importância na saúde e os vários indicadores de saúde com os respectivos cálculos. A avaliação é dividida em um trabalho de análise completa de um concelho e país e uma frequência escrita. 

Enfermagem Comunitária e Familiar. É, secalhar, a segunda cadeira mais importante deste semestre e a que me deu mais sentimentos misturados. Deu-me secas enormes nas aulas teóricas e deu-me um amor e uma vontade surpreendente enorme de imergir nela como futura profissional de saúde, nas aulas práticas. Tenho e quero destacar a professora Marina Vaquinhas, professora que leccionou as minhas aulas práticas, que é a pessoa mais doce, maternal, de coração enorme, bonita, amigável e adorável que tive, e ECF encaixa na personalidade dela e na pessoa que é, perfeitamente. Sinto que as características de um enfermeiro que escolhe e se especializa em ECF são quase iguais e quase um critério, visto que se trata da cadeira e área da abordagem humana, da abordagem sentida com o coração, da abordagem com um cuidar diferente, da abordagem mais comunicativa e da abordagem directamente na comunidade. Esta cadeira também serve de uma (grande) base para a outra metade do ensino clínico no 2º semestre e aqui aprendemos a classificar e abordar comunidades, a utilizar escalas para identificar necessidades e avaliar riscos, a fazer mais e melhores intervenções de prevenção, protecção ou promoção, a capacitar, educar e promover a saúde e a dar continuidade dos cuidados a indivíduos, famílias ou grupos inseridos numa comunidade em cooperação com outras instituições, seja em centros-de-saúde ou no domicilio. A avaliação é dividida em um trabalho escrito sobre um Programa de Saúde Prioritário (programas criados com o objectivo de obter ganhos em saúde e intervir nos principais problemas de saúde em Portugal) e uma frequência escrita.

Psicologia da Saúde e dos Sistemas Grupais. É a cadeira que me surpreendeu. Inicialmente as minhas expectativas para esta cadeira chata com mais aulas teórico-praticas do que teóricas, eram abaixo de zero. Não entendia a necessidade de ser leccionada tal cadeira no segundo ano, visto que no primeiro ano da licenciatura já era leccionada a cadeira Psicologia do Desenvolvimento. No final, entendi, apesar de a professora não facilitar o processo de aprendizagem. Os objetivos da cadeira passam por descrever os determinantes psicológicos de saúde, conhecer e aplicar as teorias e modelos cognitivos explicativos de comportamentos de saúde, desenvolver competências de adesão terapêutica, identificar fatores psicológicos envolvidos no adoecer corporal e facilitar a reflexão sobre morte e luto na família e nos profissionais de saúde. A avaliação é dividida num trabalho argumentativo escrito e numa frequência escrita.

Opção: Desenvolvimento de Competências Pessoais e Relacionais em Enfermagem. É a cadeira da ajuda para. Ajuda para o Ensino Clínico, ajuda para o desenvolvimento pessoal, social e profissional, ajuda para a média, ajuda para te organizares, ajuda para auto-reflexão e simplesmente ajuda para... Aborda-se comunicação verbal e não-verbal, auto-conhecimento, trabalho em equipa, assertividade, empatia, relação de ajuda e entrevista. A avaliação tem por base um trabalho escrito sobre um dos temas leccionados com uma componente auto-reflexiva.


A Inês, do blog Bobby Pins e a Cherry, do blog Life of Cherry também escrevem sobre os seus cursos e semestres. Inspirando-me nos seus blogs incríveis e posts magníficos, decidi escrever igualmente sobre o meu curso e sobre o meu semestre. É um marco académico e pessoal que quero definitivamente ter no meu blog e quero que seja extremamente útil ou curioso para todas as meninas/os que querem seguir Enfermagem como profissão ou já a seguem.

sábado, 28 de janeiro de 2017

EM JANEIRO:


Para marcar e relembrar os meus sucessos e não-sucessos mensais, decidi fazer um resumo global  e sucinto mensal, no fim de cada mês. Não há limite de não-sucessos e muito menos limite de sucessos, vou escrevendo à medida que acontecem e na medida que acho que devem ser relembrados. Janeiro está a terminar e durou eternidades. Foi um mês monótono, sem grandes planos e sem grandes intensidades. Janeiro foi fastidioso.

Em Janeiro celebrei o aniversário do meu namorado. Este ano, celebrámos o aniversário dele na cidade. Ele de imediato sabia o que era o meu presente e acertou, visto que foi uma prenda pedida e previsível. O seu minimalismo e simplicidade é das coisas que mais aprecio nele, ficando muito satisfeito com o dia, o mini-bolo e a prenda deste ano.

Em Janeiro reavi uma amizade. Estou tão, tão, tão feliz por esta. A amizade que a reavi é daquelas inspiradoras, cheias e de uma vida. A Rute é a raparigas mais feliz, cheia de amor, apreciadora da vida, presente e diretiva que conheço e poder diariamente ser contagiada por ela, é um prazer. Ela inspira-me e acho que ser inspirada por amigos é realmente do que a amizade, também, é sobre.

Em Janeiro integrei o Projeto de Investigação, Saúde Sobre Rodas e Saúde com Afetos nos Idosos. Porque mais que ter currículo completo, é ser uma humana sábia. Integrar projetos que me dão a satisfação e o orgulho de estar no curso que estou e de escolher a profissão que escolhi, fazem parte das minhas prioridades nestes 4 anos. Estas são as minhas escolhas: dar comida e mantas a sem-abrigos, dar afeto através da presença e comunicação a idosos e investigação.

Em Janeiro celebrei o aniversário da minha mãe. Sinto que o aniversário da minha mãe é subestimado e ela própria não lhe dá a importância que merecia ter. No entanto, foi uma noite amorosa e rápida, no verdadeiro sentido da palavra. Estou ansiosa pelo dia da Mãe para a poder presentear com um ramo de rosas enorme e com a carteira que ela sonha.

Em Janeiro sai do campus universitário. Um sentimento agridoce que admito que tem mais doçura do que amargura. Viver fora num contexto universitário é realmente uma experiência que não contava de ter e não conto voltar a ter. É algo que traz, obviamente, muitos ensinamentos para a vida e para nós próprios. Porém, estou a torcer sinceramente e no fundo sei que, viver sozinha num contexto de vida é diferente. E ainda bem. Aqui está uma publicação sobre este tema.

Em Janeiro vi Arrival, Assassin's Creed, Beleza Colateral, Moana, Perdidos em Marte e Zootropólis. Sou sincera, sinto que não sei fazer análises esquematizadas, completas e coerentes de filmes. Adoro vê-los e o máximo que posso fazer (por agora) é tentar avaliá-los segundo alguns critérios que são os mais sensatos para mim: Arrival 6/10, Assassin's Creed 7/10, Beleza Colateral 4/10, Moana 6/10, Perdidos em Marte 7/10 e Zootropólis 9/10.

Em Janeiro recebi o meu 18 na PL. A avaliação prática laboratorial é sempre um momento de grande ansiedade para todos os estudantes, pela sua importância e pela sua imprevisibilidade. No sorteio, calhou-me cuidados ao doente traqueostomizado e o meu coração caiu. A dificuldade do procedimento é óbvia e a pressão era gigante. Tirei 18. Felicíssima por ser recompensada por um semestre tão árduo e por vezes tão injusto e discrepante em notas.

Quais foram os vossos sucessos de Janeiro?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

AMOR É:



Regressar a casa e veres um cão incrivelmente e genuinamente eufórico e uma mãe incrivelmente e genuinamente feliz por apenas... teres chegado.